Concluiu-se o Ano da Misericórdia (AM) no dia 21 de novembro! O Papa Francisco, ao abrir o Ano da Misericórdia, disse que essa virtude-atitude não é palavra abstrata, mas um rosto para reconhecer, contemplar, amar e servir. «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia», cf. Mt 5, 7. George Eliot (1880), escritor e poeta inglês, escreveu certa feita: “Quando chega a morte – a grande reconciliadora –  não é da nossa ternura que nos arrependemos, mas da nossa severidade”. A misericórdia de Deus gosta de milagres, de casos perdidos, de situações extremas…, mas Deus que nos criou sem nós, não nos salva sem a nossa participação! Ante a figura do Deus Pai Misericordioso, cumpre moldar nossa argila (nosso ser) com a misericórdia de Deus… Para alcançar paz e integração interior, devemos ter misericórdia, em primeiro lugar, consigo mesmo e reconciliação com o que há de mais profundo dentro de nós. TODOS NECESSITADOS DA MISERICÓRDIA DE DEUS E UMA VEZ TENDO-A RECEBIDO, DEVEMOS MANIFESTÁ-LA AOS OUTROS!

Carta Apostólica